segunda-feira, 10 de agosto de 2015

20 grandes conspirações da história

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Livro escrito por Santiago Camacho, escritor e jornalista espanhol, centra a sua atenção sobre a versão oficial dos factos e o que está por detrás dessas versões.


Um livro de fácil leitura para os menos familarizados com as "teorias da conspiração".


Para quem acha que os facto relatados e admitidos como verdades nem sempre são a verdade, este livro pode muito bem ser um início de futuras leituras.


Ao fim de 33 dias de pontificado, o Papa João Paulo ,I quando queria investigar as finanças do Vaticano, morreu: acaso ou assassinato?


As numerosas fotografias de Neil Amstrong na lua não revelam qualquer estrela no céu, a bandeira colocada na lua mexesse com o vento quando não existe vento na lua.


Em Fátima, a Nossa Senhora  revelada aos pastorinhos terá sido um fenómeno meteorologico ou fruto de um qualquer OVNI?


Passando pelos segredos da Inquisição, a origem dos terrorista islâmicos, as obsessões do III Reich, a batalha pelo controlo da mente e a maldição dos Kennedy, um livro a ler para mudar um pouco na nossa forma de pensar.





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1 comentário:

  1. João Paulo I foi assassinado por se ter intrometido nos planos dos maçons infiltrados no Vaticano. (E, já João Paulo II foi alvo de várias supostas tentativas de assassinato como forma de intimidação para que não seguisse as pisadas do seu antecessor.) O facto de João Paulo I ter aparecido morto no dia 33 (número maçónico) do seu pontificado é inclusivamente uma assinatura dos responsáveis por tal morte. (Fonte: Daniel Estulin, que sei que o autor deste blogue também segue.)

    O Homem foi, de facto, à Lua. Mas, o que nos foi mostrado foi uma encenação, para esconder a tecnologia que foi utilizada. Pois, é um dos objectivos claros das elites governantes manter as tecnologias mais avançadas apenas para si mesmas. (Fonte: O radialista Alex Jones, que tem contactos de muito alto nível: https://www.youtube.com/watch?v=QCprx7_BVPk + https://www.youtube.com/watch?v=ajDEbVufZ34)

    As aparições de Fátima foram uma encenação criada pela Igreja Católica, numa altura em que a última estava a perder muitos fiéis e poder. E, o conhecido artigo "Como o Sol bailou ao meio-dia em Fátima" foi escrito por um ex-seminarista. (Fonte: O ex-padre Mário de Oliveira: https://www.youtube.com/watch?v=s41a8hCSyZM)

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